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Mais de 2 mil fetos são encontrados em casa de médico que realizava abortos.

em domingo, 15 de setembro de 2019


Autoridades contabilizaram 2.246 fetos de diferentes idades gestacionais na casa do médico Ulrich Klopfer, em Illinois, nos Estados Unidos. Preservados, os corpos foram encontrados, a princípio, pela família, que organizava a casa dele depois de sua morte.

O médico realizava abortos e faleceu no dia 3 de setembro. Quando os familiares foram até sua casa, encontraram os fetos preservados. Um advogado da família informou a polícia sobre a descoberta na última sexta-feira (13).

Acredita-se que ele realizou 10.000 abortos ao longo de décadas. Isto faz com que ele provavelmente seja o médico que mais realizou abortos que se tem registro no mundo, de acordo com o jornal britânico Daily Mail.

Ele realizou os abortos até 2016 quando teve sua licença-médica cassada por não conseguir exercer o cuidado necessário com o paciente e por violar uma série de requisições necessárias no Estado para realizar o aborto de acordo com o jornal local “South Bend Tribune”.

Ainda conforme o jornal, também foi revelado que o médico realizou o aborto em uma menina de 10 anos que havia sido estuprada pelo tio. E após fazer o procedimento o médico não informou a polícia sobre o crime que a menina de 10 anos havia sofrido. Ele ainda permitiu que a menina voltasse para casa com os pais, que sabiam do abuso e não iriam denunciar o tio para a polícia.
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"CPI Lula Livre"; 175 deputados já assinaram o requerimento para abertura da CPI da Lava Jato

Foi divulgada nesta sexta-feira (13) a lista de deputados que já assinaram o pedido de abertura da CPI da Lava Jato.

A intenção é investigar a atuação de Sergio Moro enquanto juiz responsável pela operação Lava Jato. No momento da divulgação, 175 parlamentares já tinham assinado o documento. Caberá agora ao presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), instalar a comissão.

Abaixo a lista dos 175 deputados que assinaram o requerimento para a criação da CPI “Lula Livre”, que usará as mensagens roubadas pelo Intercept para perseguir a Lava Jato e tentar libertar o ex-presidente presidiário.

Alessandro Molon (PSB/RJ)
Alexandre Frota (PSDB/SP)
Alexandre Padilha (PT/SP)
Alice Portugal (PCdoB/BA)
Aliel Machado (PSB/PR)
André Abdon (PP/AP)
André Figueiredo (PDT/CE)
André Janones (AVANTE/MG)
Aníbal Gomes (DEM/CE)
Arlindo Chinaglia (PT/SP)
Arthur Lira (PP/AL)
Assis Carvalho (PT/PI)
Áurea Carolina (PSOL/MG)
Bacelar (PODE/BA)
Benedita da Silva (PT/RJ)
Beto Rosado (PP/RN)
Bira do Pindaré (PSB/MA)
Bohn Gass (PT/RS)
Bosco Costa (PL/SE)
Bosco Saraiva (SOLIDARIEDADE/AM)
Cacá Leão (PP/BA)
Camilo Capiberibe (PSB/AP)
Carlos Veras (PT/PE)
Carlos Zarattini (PT/SP)
Cássio Andrade (PSB/PA)
Celina Leão (PP/DF)
Célio Moura (PT/TO)
Chico D’Angelo (PDT/RJ)
Christino Aureo (PP/RJ)
Clarissa Garotinho (PROS/RJ)
Claudio Cajado (PP/BA)
Dagoberto Nogueira (PDT/MS)
Damião Feliciano (PDT/PB)
Daniel Almeida (PCdoB/BA)
Danilo Cabral (PSB/PE)
David Miranda (PSOL/RJ)
Denis Bezerra (PSB/CE)
Domingos Neto (PSD/CE)
Dr. Luiz Antonio Teixeira Jr. (PP/RJ)
Edio Lopes (PL/RR)
Edmilson Rodrigues (PSOL/PA)
Eduardo Bismarck (PDT/CE)
Eli Borges (SOLIDARIEDADE/TO)
Elias Vaz (PSB/GO)
Enio Verri (PT/PR)
Erika Kokay (PT/DF)
Evandro Roman (PSD/PR)
Expedito Netto (PSD/RO)
Fábio Henrique (PDT/SE)
Fábio Mitidieri (PSD/SE)
Fábio Trad (PSD/MS)
Fausto Pinato (PP/SP)
Félix Mendonça Júnior (PDT/BA)
Fernanda Melchionna (PSOL/RS)
Fernando Monteiro (PP/PE)
Fernando Rodolfo (PL/PE)
Flávia Morais (PDT/GO)
Flordelis (PSD/RJ)
Frei Anastacio Ribeiro (PT/PB)
Gelson Azevedo (PL/RJ)
Gervásio Maia (PSB/PB)
Gil Cutrim (PDT/MA)
Glauber Braga (PSOL/RJ)
Gleisi Hoffmann (PT/PR)
Gonzaga Patriota (PSB/PE)
Heitor Schuch (PSB/RS)
Helder Salomão (PT/ES)
Henrique Fontana (PT/RS)
Hiran Gonçalves (PP/RR)
Idilvan Alencar (PDT/CE)
Iracema Portella (PP/PI)
Isnaldo Bulhões Jr. (MDB/AL)
Ivan Valente (PSOL/SP)
Jandira Feghali (PCdoB/RJ)
Jaqueline Cassol (PP/RO)
Jesus Sérgio (PDT/AC)
João Daniel (PT/SE)
João H. Campos (PSB/PE)
Joenia Wapichana (REDE/RR)
Jorge Solla (PT/BA)
José Airton Félix Cirilo (PT/CE)
José Guimarães (PT/CE)
José Ricardo (PT/AM)
Joseildo Ramos (PT/BA)
Júnior Mano (PL/CE)
Leandre (PV/PR)
Leonardo Monteiro (PT/MG)
Leônidas Cristino (PDT/CE)
Lídice da Mata (PSB/BA)
Lincoln Portela (PL/MG)
Lucas Vergilio (SOLIDARIEDADE/GO)
Luiz Flávio Gomes (PSB/SP)
Luiza Erundina (PSOL/SP)
Luizianne Lins (PT/CE)
Marcelo Freixo (PSOL/RJ)
Marcelo Nilo (PSB/BA)
Marcelo Ramos (PL/AM)
Márcio Jerry (PCdoB/MA)
Marcon (PT/RS)
Margarete Coelho (PP/PI)
Margarida Salomão (PT/MG)
Maria do Rosário (PT/RS)
Marília Arraes (PT/PE)
Marina Santos (SOLIDARIEDADE/PI)
Mário Heringer (PDT/MG)
Mário Negromonte Jr. (PP/BA)
Marlon Santos (PDT/RS)
Mauro Lopes (MDB/MG)
Mauro Nazif (PSB/RO)
Moses Rodrigues (MDB/CE)
Natália Bonavides (PT/RN)
Nelson Pellegrino (PT/BA)
Newton Cardoso Jr (MDB/MG)
Nilto Tatto (PT/SP)
Odair Cunha (PT/MG)
Orlando Silva (PCdoB/SP)
Otaci Nascimento (SOLIDARIEDADE/RR)
Padre João (PT/MG)
Patrus Ananias (PT/MG)
Paulão (PT/AL)
Paulo Freire Costa (PL/SP)
Paulo Guedes (PT/MG)
Paulo Pereira da Silva (SOLIDARIEDADE/SP)
Paulo Pimenta (PT/RS)
Paulo Ramos (PDT/RJ)
Paulo Teixeira (PT/SP)
Pedro Lucas Fernandes (PTB/MA)
Pedro Paulo (DEM/RJ)
Pedro Uczai (PT/SC)
Perpétua Almeida (PCdoB/AC)
Pinheirinho (PP/MG)
Pompeo de Mattos (PDT/RS)
Professor Alcides (PP/GO)
Professora Marcivania (PCdoB/AP)
Professora Rosa Neide (PT/MT)
Reginaldo Lopes (PT/MG)
Rejane Dias (PT/PI)
Renildo Calheiros (PCdoB/PE)
Ricardo Barros (PP/PR)
Ricardo Izar (PP/SP)
Ricardo Teobaldo (PODE/PE)
Robério Monteiro (PDT/CE)
Rogério Correia (PT/MG)
Ronaldo Carletto (PP/BA)
Rubens Otoni (PT/GO)
Rui Falcão (PT/SP)
Sâmia Bomfim (PSOL/SP)
Schiavinato (PP/PR)
Sergio Toledo (PL/AL)
Shéridan (PSDB/RR)
Sidney Leite (PSD/AM)
Silvia Cristina (PDT/RO)
Tabata Amaral (PDT/SP)
Tadeu Alencar (PSB/PE)
Talíria Petrone (PSOL/RJ)
Tereza Nelma (PSDB/AL)
Valmir Assunção (PT/BA)
Vander Loubet (PT/MS)
Vicentinho (PT/SP)
Vilson da Fetaemg (PSB/MG)
Vinicius Gurgel (PL/AP)
Waldenor Pereira (PT/BA)
Wellington Roberto (PL/PB)
Wladimir Garotinho (PSD/RJ)
Wolney Queiroz (PDT/PE)
Zé Carlos (PT/MA)
Zé Neto (PT/BA)
Zeca Dirceu (PT/PR)

A lista foi divulgada pelo deputado federal Filipe Barros (PSL-PR) e também, por ninguém menos que Glenn Greenwald: “Os investigadores da ‘corrupção’ agora serão oficialmente investigados, como deveriam ser”, publicou em sua conta no Twitter.
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Jornalista do grupo Globo faz emboscada para nora de Bolsonaro

em sábado, 14 de setembro de 2019

Jornalisa finge ser paciente para colher informações de Heloísa Bolsonaro

Um jornalista da revista Época (Grupo Globo) fingiu ser cliente da psicóloga Heloísa Bolsonaro, esposa do deputado federal Eduardo Bolsonaro. A intenção do repórter era revelar o método de trabalho da profissional.

A matéria intitulada “O coaching on-line de Heloísa Bolsonaro” foi publicada nesta sexta-feira pelo jornalista João Paulo Saconi. No artigo de opinião, ele expressa sua visão sobre Heloísa.

Em publicação feita no Instagram, Heloísa se manifestou e alegou que João nunca se revelou como repórter.Eduardo Bolsonaro se manifestou em sua conta no Twitter. “Minha esposa foi enganada por um mau caráter que se diz jornalista da Época/Globo, João Paulo Saconi, que usou da sua boa fé e profissionalismo para manipulá-la e fabricar uma matéria com o único intuito de assassinar a reputação da família do presidente” declarou o deputado. O presidente da República também repudiou a forma de trabalho do repórter

“Quarta-feira peguei meu celular e havia várias chamadas perdidas de um ‘ex-cliente’. Logo que vi, retornei, preocupada. ‘Será que está bem?’ pensei. ‘Então, estou ligando para te comunicar que eu registrei todas as nossas 5 sessões e vou publicar na revista Época. Você quer falar alguma coisa?’ Juro que eu nem entendi na hora, até respondi, confusa: ‘Oi?’ e perguntei: ‘Mas você acha ético isso?’'.

O ex-cliente nunca se identificou como jornalista e muito menos que publicaria uma matéria, o que não teve minha autorização. Cheguei a questioná-lo na ligação, pois não estava acreditando: ‘Você já tinha a intenção de fazer isso, ao me contratar?’ e ele ‘Sim’. Senti-me completamente violada. Em nenhum momento o mesmo informou que estaria gravando. Inclusive, o jornalista quando questionado sobre seu nome completo, ocultou o último sobrenome, o mesmo que ele assina suas matérias”.

Eduardo Bolsonaro se manifestou em sua conta no Twitter. “Minha esposa foi enganada por um mau caráter que se diz jornalista da Época/Globo, João Paulo Saconi, que usou da sua boa fé e profissionalismo para manipulá-la e fabricar uma matéria com o único intuito de assassinar a reputação da família do presidente” declarou o deputado. O presidente da República também repudiou a forma de trabalho do repórter

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Acordão Político prepara brecha a caixa 2 e a controle de gastos

em sexta-feira, 13 de setembro de 2019


Um projeto de lei aprovado na Câmara e que será votado sumariamente no Senado na semana que vem, como publicamos ontem, muda regras eleitorais e partidárias para aumentar as brechas para o caixa dois e evitar a punição de políticos nesse crime.

A proposta amplia a utilização de verbas públicas pelas siglas, mas esvazia os mecanismos de controle. Uma das medidas previstas é a possibilidade de cada legenda entregar prestação de contas em modelo próprio. O que, na prática, inviabiliza a fiscalização.

“Trata-se do maior retrocesso desde a redemocratização em termos de transparência e integridade dos partidos políticos”, disse Marcelo Issa, diretor-executivo do movimento Transparência Partidária, à Folha de S. Paulo.

E ele exemplificou ao jornal:

“Imagine a Receita Federal recebendo a declaração do Imposto de Renda cada uma de um jeito. Em termos de controle social, de transparência para a sociedade, compromete severamente.”


Mais: “erros, omissões e outras falhas nas prestações de contas poderão ser corrigidas até o julgamento”.


Num texto assinado por mais de 20 entidades diz que tal “previsão pode, na prática, revelar-se verdadeira autorização para lançamento de dados falsos sobre contas de campanha”.

Apoiado por vários partidos, o texto foi aprovado no plenário da Câmara por 263 votos a 144. O Senado tentou votá-lo na última quarta (11), mas a pressão de parlamentares e de entidades da sociedade civil forçou Davi Alcolumbre a adiar a análise para terça-feira (17).

Caso seja aprovado pelo Senado sem alteração, o texto segue para sanção ou veto de Jair Bolsonaro (PSL). Se sofrer mudanças, volta para votação na Câmara.

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Bolsonaro ficará afastado por mais quatro dias e deve reassumir cargo na terça-feira

O presidente Jair Bolsonaro voltará ao exercício do cargo na próxima terça-feira (17), diferentemente do que havia sido previsto. Inicialmente, o político poderia retomar a função ainda nesta semana.

Com isso, o vice Hamilton Mourão ficará na presidência até o dia 16, segunda-feira.

De acordo com o porta-voz da Presidência da República, Otávio do Rêgo Barros, a recuperação de Jair Bolsonaro evolui positivamente. No entanto, a equipe médica decidiu mantê-lo afastado do exercício da função por mais tempo.

*Com informações da BandNews FM
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