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Uma aluna se fingiu de morta para escapar com vida do massacre em Suzano

em quinta-feira, 14 de março de 2019



Durante o ataque que aconteceu na quarta-feira (13), na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na Grande São Paulo, uma aluna se fingiu de morta para não ser atingida. De acordo com uma auxiliar administrativa, de 30 anos, que acolheu no escritório em que trabalha um grupo de estudantes, a adolescente estava em estado de choque e com o uniforme sujo de sangue.


“Ela disse que se fingiu de morta para não ser atingida também. Dois colegas dela foram feridos. Ela não conseguiu falar direito o que aconteceu, estava em estado de choque. Depois o pai dela veio buscá-la e a levou para o hospital”, revelou ela ao jornal Extra.

Dez pessoas morreram no massacre, entre as vítimas estão cinco estudantes, duas funcionárias e o dono de uma revendedora de veículos, atingido fora da escola; os dois atiradores – Guilherme Taucci de Monteiro, 17, e Luiz Henrique de Castro, 25, – cometeram suicídio.


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