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Análise de pedido de pensão de Dilma está fora da pauta.

em quarta-feira, 26 de junho de 2019

Dilma pede uma pensão mensal de R$ 10,7 mil.

A Comissão de Anistia do governo federal retirou da pauta da reunião desta quarta-feira (26) a análise do processo em que a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) pede indenização por perseguição política durante a ditadura militar. Logo na abertura da sessão marcada para as 9h30, a relatora Any Avila Assunção afirmou que precisaria de mais tempo para a análise devido à "complexidade" do caso. Ainda não foi definida uma nova data.

O pedido é um dos 98 que apareceram na pauta desta semana e que seriam avaliados pela comissão. Fora da pauta, o caso volta a ser um dos cerca de 11 mil requerimentos pendentes de análise.

Dilma entrou com o processo em 2002, mesmo ano da aprovação da lei que criou a Comissão de Anistia para análise de possíveis indenizações e pensões para pessoas perseguidas no período entre 1946 e 1988. Pediu, porém, para que o processo ficasse suspenso enquanto ela ocupasse cargos no governo federal.


No processo, Dilma alega que, após ficar presa entre 1970 e 1972, foi impedida de retornar ao curso de economia na Universidade Federal de Minas Gerais. Além disso, afirma que em 1977 foi forçada a pedir demissão da Fundação de Economia e Estatística (FEE), órgão ligado ao governo do Estado do Rio Grande do Sul.

A Comissão de Anistia tem caráter consultivo, e a palavra final será da ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, que já indeferiu centenas de pedidos neste ano e anunciou uma auditoria para analisar as indenizações concedidas anteriormente.

*As informações são do portal R7.

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