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"Quanto mais pressão, mais vontade tenho de continuar", disse Bolsonaro.

em terça-feira, 30 de julho de 2019



A declaração foi dada pelo presidente durante o discurso na sede da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), onde recebeu uma condecoração da entidade. O presidente estava acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva.

Em seu discurso, Bolsonaro falou de vários assuntos, da reforma da Previdência à defesa do ensino militar, passando pela situação na Argentina (“O que vocês puderem fazer pela Argentina, façam”) e por elogios da atuação de ministros como Guedes, Ricardo Salles (Meio Ambiente) e Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) — mas nada de Moro.

Depois de dizer em nota que confia “irrestritamente” em Moro, o presidente adotou o silêncio sobre a revelação, pelo site The Intercept Brasil, de mensagens em que o então juiz dá orientações ao procurador Deltan Dallagnol, chefe da Lava Jato em Curitiba.

A Constituição veda a existência de vínculos entre o juiz e as partes de um processo judicial. Cerca de uma hora antes, depois de reunião com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), Bolsonaro encerrou uma entrevista a jornalistas quando foi questionado sobre as mensagens de Moro – e não respondeu.

“Que orgulho hoje tê-lo como presidente da República”, disse Skaf, que declarou “apoio incondicional” ao avanço da agenda de reformas econômicas pelo governo.


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