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Humorista Gustavo Mendes diz que 'pobre de direita' é imbecil.

em quinta-feira, 5 de setembro de 2019



"Fascista não tem lugar no meu show", disse Gustavo.


Conhecido por fazer imitações da ex-presidente Dilma Rousseff, Gustavo Mendes esteve no programa Pânico na rádio Jovem Pan e afirmou que “pobre de direita” é um “imbecil”.

"O cara que é pobre e que é de direita, é um imbecil (…) Você pode ser de direita se for o dono dos meios de produção. Eu sou pobre, eu ganho mais do que muitas, muitas pessoas, mas eu sou empregado, não sou dono do meio de produção" disse o humorista.

Gustavo falou sobre a polêmica envolvendo um grupo de pessoas durante o seu show de stand up 
Di Uma Vez Por Todas, em Teófilo Otoni, Minas Gerais.

A confusão ocorreu na última sexta-feira (30), depois que o humorista fez uma piada sobre a discussão entre os presidentes do Brasil, Jair Bolsonaro, e o da França, Emmanuel Macron.
"Fascista não tem lugar no meu show", disse Gustavo ao explicar a saída de
aproximadamente 30 pessoas do espetáculo. O humorista afirmou ainda que o protesto
foi orquestrado.

Em um outro momento, ele ainda atrelou a direita ao Fascismo.

"O Brasil tem vergonha de ser classe trabalhadora. A gente quer ser de classe média. O pobre não precisa ser de esquerda. Ele pode até não ter viés político. O que ele não pode é ser de extrema-direita, neofascista" – afirmou Gustavo.

Um comentário:

  1. Será que estes analfabetos de esquerda como esse idiota Gustavo Mendes, sabem exatamente o que é fascismo? Ou será que vivem repetindo essa palavra sem ter a mais remota noção do que ela significa? Esse é o maior problema, pouca gente sabe exatamente o que diz quando usa essa expressão, que acabou se tornando uma espécie de insulto a político ou cidadão opositora as ideias da esquerda. Assim, de forma vaga, você pode virar um fascista apenas por não corroborar o discurso de um político de esquerda analfabeto ou um ParTido corrupto.
    Vamos lembrar 4 coisas que os idiotas precisam saber antes de sair por ai chamando as pessoas de fascistas.
    1) O maior inimigo do fascismo é o liberalismo. Essa era a opinião de Mussolini, o grande líder totalitário italiano. “O fascismo é definitivamente e absolutamente oposto às doutrinas do liberalismo, tanto na esfera econômica quanto na política. Tudo para o Estado, e nada contra o Estado.
    2) Poucos regimes foram tão revolucionários na defesa dos direitos trabalhistas quanto o fascismo. Não por acaso, a nossa própria legislação na área, criada no auge do Estado Novo, por Getúlio Vargas, tem como base um documento italiano do final da década de vinte, a Carta del Lavoro, onde o Partido Nacional Fascista definiu os fundamentos das relações de trabalho. Até hoje, aliás, todas essas determinações não apenas permanecem organizando a vida econômica do país em corporações, com sindicatos patronais e trabalhadores tutelados pelo Estado, como são defendidas em grande parte por militantes de esquerda. Foi dessa maneira que o fascismo mudou a cara do trabalhismo no último século – abraçando o sindicalismo revolucionário e dando ao Estado o papel de tutor das relações laborais,
    3) Há algo inegável a respeito das ideologias: Fascistas e Populistas de esquerda nasceram como uma espécie de irmão Karamazov dos dicionários políticos. E não sem motivo. Em geral, tanto o primeiro grupo quando o segundo construiu suas plataformas ideológicas no último século a partir do aumento do gasto público, criação de políticas econômicas equivocadas para enganar as massas na ideia de criar uma figura centrada num grande líder carismático.
    4) Assim, a essa altura do texto, é muito provável que muitos daqueles que você está acostumado a ver acusando os outros de fascistas, com expressões autoritárias, dedos em riste e soluções inquestionáveis para todos os problemas do mundo, quase sempre são eles mesmos os mais fervorosos praticantes do fascismo – um fascismo velado, cínico e demagogo, mas não menos autoritário. Escondidos sob o véu desse autoritarismo do bem, pretensiosamente inclusivo e justiceiro, os fascistas envergonhados dos dias atuais, como os do passado, são quase sempre os primeiros a acusar os outros daquilo que eles mesmos fazem, e justificam seus protestos, suas greves, seus boicotes e suas vaias, com toda uma insolência muito peculiar, à incendiária construção de um novo mundo,

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